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FRASE

Como são parecidos os radicais da esquerda e da direita. Dirá alguém que as intenções são dessemelhantes. Não. Mil vezes não. Um canalha é exatamente igual a outro canalha.

Nelson Rodrigues

A GANGORRA DA CORRUPÇÃO POLÍTICA BRASILEIRA

Como o capital especulativo está ganhando no mercado de capitais, Bolsonaro ainda não sofreu o impeachment, ao contrário do que aconteceu com Collor e Dilma.


O Brasil é um país refém das mídias sociais, completamente vigiado, controlado e manipulado pelas big techs e seus sócios institucionais, que comandam o mercado de capitais global, incluindo a nossa bolsa de valores.


Deste modo não interessa se o político é “esquerda ou direita”, apenas se ele entra no jogo da corrupção institucionalizada brasileira, com servidores públicos, empresas de compadrio e a oligarquia econômica global que comanda o mercado de capitais, incluindo suas preciosas mídias sociais de vigilância, controle e manipulação.


Eu conheço o Lula desde o sindicato, pessoalmente. Convivi pessoalmente com ele em muitos churrascos por cinco anos. Mais tarde, também com o Lula como presidente, fui um dos formadores do programa Farmácia Popular. Também cheguei a ter algumas poucas aulas com o FHC na PUC-SP.


Em relação ao Bolsonaro, eu nunca convivi pessoalmente com ele, mas sei da história dele por conta de meus parentes que pertenciam ao alto comando do exército (SNI), marinha, aeronáutica, polícia federal e até da diretoria da polícia civil e judiciário.


Também li os livros “O Que Sei de Lula” de José Nêumanne Pinto e o “O cadete e o capitão: A vida de Jair Bolsonaro no quartel” de Luiz Maklouf Carvalho.


Cheguei a participar de eventos reservados com o Lula e meu parente do exército chegou a comandar o Bolsonaro por um curto período.


Isso sem contar minha network familiar, pessoal e empresarial, além de minha compulsão em acompanhar a mídia séria diariamente.


Eu trabalhei em big techs dos EUA e Europa, bem como até hoje dou consultoria para elas e para investidores e empresas internacionais, muitos deles ligados diretamente a alt-right e The Moviment, sobre negócios no Brasil.


Não sou um escaravelho rola bosta, como estes influenciadores digitais que vivem das mídias sociais dizendo que sabem o que não sabem. Estes inclusive escrevendo livros e dando cursos.


Tanto Lula quanto Bolsonaro têm suas carreiras políticas recheadas de “malfeitos”, independente de um ser um caudilho populista “de esquerda” e outro ser um caudilho populista “de direita”. Ambos conviveram muito bem com a corrupção institucionalizada brasileira e até se serviram dela.


Digamos que o Lula é um “roleiro” boa praça enquanto o Bolsonaro é um “roleiro” desumano. Mas ambos são “roleiros” para terem tido nas mãos o centrão político fisiológico do legislativo em seus respectivos governos.
Estamos em período pré-eleitoral ainda, mas Bolsonaro nunca deixou de fazer campanha desde o primeiro dia de governo e Lula, após o acordão do seu lulopetismo com o bolsonarismo e centrão, para enterrarem a lava jato e acabarem com as leis que significassem ameaça a corrupção, foi ressuscitado, exatamente pelo Bolsonaro. Bolsonaro sempre quis Lula como adversário pela rejeição enorme deste, porém não contava que a sua rejeição pessoal ficasse igual ou maior que de sua nêmesis. 


Eu até digo brincando aos meus desafetos crentes que o “Bolsocristo” ressuscitou ou “Lulázaro”.


Mas parece que a gangorra agora está a favor do lulopetismo novamente, o qual, como fez com os tucanos e a Marina Silva antes, já está tratando de enterrar o ainda “terceira via” Ciro Gomes, que também não se ajuda muito. Dória tem um telhado de vidro, eu nem sei como ainda não apedrejaram. Moro é um “Walking Dead”, Huck foi esperto e o Mandetta, além de praticamente “um desconhecido” é do DEM. A coitada da Marina Silva apanhou tanto que nem vem mais.


Não temos nem ao menos um outro nome respeitável para ser uma terceira via.


O meu Partido Verde, apesar de ser o melhor partido brasileiro em termos de pautas, programa de governo e praticamente sem casos de corrupção, não tem um nome nacional de peso que possa pelo menos ter chances de ir para o segundo turno.


E ainda os nossos dois oponentes: Bolsonaro e Lula, de fato nem direita e esquerda raiz são. Bolsonaro é um capitalista de estado no mais tradicional estilo Fidel-Chávez. Já Lula é um social-democrata com uma olência populista de trabalhador. Mas ambos trabalharam muito pouco em suas vidas. Eu sou muito mais esquerda que o Lula, tanto é que nem as mídias lulopetistas como o DCM e o Brasil 247 me querem como articulista ou blogueiro, pelo meu radicalismo à esquerda. As mídias bolsonaristas eu estou processando. Já nas mídias sérias eu creio que “não tenho cacife” pois não sou jornalista, sou um mero Mestre em Administração de Empresas, escritor de nove livros, membro de alguns grandes conselhos nacionais e internacionais e blogueiro. Isso com uma carreira, como Empresário e C Level, já finalizada, muitíssimo bem-sucedida em tecnologia e negócios.


Isso sem contar que as mídias sociais como Twitter, Google e Facebook me perseguem e discriminam acintosamente, tendo eu já chegado a “vias de fato” em processo administrativo com Twitter e Google, no Procon, sendo direcionados para o JEC.


O jeito é prosseguir com alcance limitado no meu blog e livros, além de eventuais textos e lives para o meu Partido Verde paulistano. Não terei caneta, microfone ou câmera em nenhuma mídia de direita, centro ou esquerda pois não sou “adestrável”. 


Mas o fato é que a política brasileira, mais do que nunca, graças as mídias sociais e seus sócios institucionais, é polarizada como uma gangorra onde, conforme convir as mídias sociais, o maior peso pode estar à direita ou a esquerda, com todo o velho establishment brasileiro e internacional comandando a gangorra no centro, na base da corrupção institucionalizada.

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