A BLITZKRIEG BOLSONARISTA NO TWITTER

Atualizado: Fev 13

Hoje não vou falar de anônimos do Twitter, cansei de ler baboseiras de meliantes contraventores (no Brasil anonimato é ilegal), na rede social onde eles têm liberdade de atuação e anonimato garantidos pela própria rede. Além disso, falando destes marginais anônimos, acabamos dando mais visibilidade a covardes, ou vocês têm alguma dúvida que coisas como Dex, Leitadas Loen etc. são perfis anônimos milicianos mantidos por alguém nada corajoso e sem uma “capivara” enorme?


Então hoje é dia de falar de gente real, perfis que são pessoas com nomes e fotos reais, mesmo que não tenham um currículo e predicados históricos pessoais, para corroborar as bernardices que publicam no Twitter não são covardes.


Juntamente com os turbinados perfis anônimos e falsos do bolsonarismo, estes perfis de pessoas reais, formam a Blitzkrieg bolsonarista no Twitter.


O Blitzkrieg ou guerra-relâmpago é uma tática militar em nível operacional que consiste em utilizar forças móveis em ataques rápidos e de surpresa, com o intuito de evitar que as forças inimigas tenham tempo de organizar a defesa. Seus três elementos essenciais são o efeito-surpresa, a rapidez da manobra e a brutalidade do ataque, e seus objetivos principais são a desmoralização do inimigo e a desorganização de suas forças (paralisando seus centros de controle).

Os solados bolsonaristas virtuais anônimos do Twitter, parecem estar sempre “ligadaços”, em tempo integral, sem sono. O poder de concentração na rede social parece aumentado, assim como a capacidade de resistir à realidade. E a autoconfiança está sempre lá para cima. Aparentemente eles fazem uso de algum “Pervitin” virtual, para manter o desempenho sempre intenso no Twitter.


Mas vamos nos abster as pessoas reais que estão no Twitter, dentro do grupo de apoiadores do bolsonarismo.


Vamos deixar bem claro que as críticas às postagens públicas destas pessoas, não são difamações e calúnias, como alguns deles têm o hábito de fazer no Twitter. Democraticamente estou exercendo meu direito público de criticar as declarações públicas deles. Isso se chama “liberdade de expressão”, algo que eles mesmos defendem, mesmo que com declarações a margem do civilizado, ético e legal por algumas vezes.


Resumindo, não há nenhum ataque pessoal nem tão pouco fake news a respeito destes perfis, apenas comentarei o que eles mesmos publicam abertamente naquela rede social, bem como informações públicas deles, checadas em fontes confiáveis, ou até publicadas pelos próprios na internet. Vamos falar apenas em alguns deles, neste texto.


1) paulo eneas (grafado começando por letras minúsculas no próprio perfil do Twitter). Se apresenta como editor do Crítica Nacional, que se trata de um blog bolsonarista, do qual eu mesmo já fui vítima de fake news caluniosa e difamatória (a qual está sendo tratada sigilosamente no devido foro), onde ele faz ilações sobre um falso problema legal entre eu e o plano de saúde de baixo custo da Prevent Sênior. Ele possui um e-book na Amazon, no qual ele mesmo se apresenta:


“Paulo de Oliveira Enéas é paulistano, nascido em agosto de 1963. Foi professor de Física e Matemática em cursos vestibulares e também na rede pública e privada de ensino médio, após ter cursado Física na USP”.


Eu pessoalmente nunca tive aulas com ele em nenhum colégio no qual estudei ou cursinho que frequentei. Assim só tomei conhecimento deste senhor, que aparenta muito mais idade nas fotos públicas, quando o seu blog me citou. No mundo empresarial dos negócios, de onde sou nativo, nunca ouvi o nome dele antes disso.


2) Edson Salomão. Segundo o próprio perfil no Twitter é “Chefe de Gabinete do Deputado Estadual Douglas Garcia e Presidente do Movimento Conservador”. Este Movimento Conservador, antigo Direita SP, é um daqueles diversos movimentos de origem virtual, do período do Impeachment da, então presidente Dilma Rousseff, na mesma linha dos falecidos “Revoltados Online”, dos bolsonaristas “Nas Ruas” e olavista Movimento Avança Brasil, ainda piores que outros movimentos virtuais da época como MBL e “Vem Pra Rua”, estes dois os quais mantive um curtíssimo contato no passado e não tenho nenhum elogio para fazer sobre ambos. Todos estes movimentos acreditam que o Brasil tenha começado a partir deles, nas manifestações (eles não sabem o que foi "Diretas Já" em pleno regime militar) e não que tenham surgido e tido algum sucesso pontual, ao acaso, graças ao lulopetismo e seus “malfeitos”.


Ele tentou se vereador pela cidade de São Paulo em 2020, não tendo sido eleito. Tem 43 anos e ensino médio completo.


O “movimento” que ele “preside”, também publicou fake news com ilações, calúnias e difamações ao meu respeito e está sendo tratado sigilosamente no foro devido.


3) Jouberth Souza. Quando eu comecei efetivamente no Twitter, nos meados das eleições 2018, apesar de minha conta ser de 2014, este rapaz foi o primeiro perfil bolsonarista a me confundir equivocadamente com um deles e me colocar em um grupo de comando bolsonarista no WhatsApp. Também foi o primeiro que me baniu como outros diversos grupos similares na época. Ele comandava as hashtags no Twitter na ocasião. E tinha alguma rixa pessoal com a minha amiga lulopetista Denise Tremura, a “rainha do Twitter”.


Entre os bolsonaristas ele era conhecido como o “cabeça de bacalhau”, pois todos sabiam que ele existia, mas nunca ninguém tinha visto um único vídeo ou áudio dele na época. Mesmo com o Instagram e Youtube dele eu ainda tinha dúvidas da real existência dele até as eleições municipais de 2020.


O modus operandi dele na época era assim: ele definia as hashtags que seriam lançadas pelos bolsonaristas no Twitter com outro grupo (o qual eu nunca tive acesso e não sei quem eram os membros) e depois repassava para nós no segundo escalão, para que ficássemos tuitando conteúdos com as hashtags previamente definidas e espalhássemos as mesmas para que nossos seguidores fizessem o mesmo. Eu acredito que ele me baniu do grupo não por perceber que eu não era bolsonarista, mas pela falta de trabalho de minha parte. Ele é bem misterioso, mesmo sendo real, tem uma quantidade imensa de seguidores no Twitter, Instagram e Youtube, apesar dele ser praticamente inativo nos dois últimos. Ele inclusive era seguido até por um ou mais dos Bolsonaros na época.


4) Faka. Esse é o famoso (no mundo bolsonarista) “empresário e investidor” Bolsonarista Otávio Fakhoury. Eu confesso que em mais de 30 anos no mundo empresarial eu nunca ouvi falar dele (como toda minha família e network no mundo dos negócios) até uma matéria do Estadão e ele olhar meu perfil no LinkedIn, na época que fui vítima de um “doxing” amadorístico de um dos administradores do perfil meliante anônimo Dex do Twitter. No doxing o tal Dex me confundiu com um primo com o nome parecido e ainda pegou dados meus e de outros homônimos, de “cache” antigos do Twitter completamente desatualizados e equivocados, ou seja: completamente irrelevante, mas criminoso, como o próprio administrador do perfil.


5) Leandro Ruschel. Tanto quanto o perfil anterior, este auto intitulado “Conservador - Pai - Cristão - Educador - Empreendedor - Escritor - Articulista – Investidor”, no “network” (familiar e empresarial com quase 100 anos de Brasil), era um completo desconhecido até que o mesmo deu uma “espiadinha” em meu perfil no LinkedIn e a seguir me bloqueou no Twitter. Evidentemente que tenho acesso ao perfil dele mesmo bloqueado até hoje.


6) Kim D. Paim. Esse também eu conheci na época do doxing infantil de um dos administradores do perfil Dex, do Twitter. Ele deu uma “espiadinha” no meu perfil no LinkedIn. Eu não sei se este nome e se o currículo, de fato, é real, porém existe um “australiano” (estrategicamente auto exilado) que faz vídeos bisonhos no Youtube com o nome. Basicamente nunca ouvi falar deste rapaz, com sotaque nordestino com ótima audição, antes disso em minha história pessoal no mundo dos negócios.


7) Diego Garcia. Assim como ou outros “voyeurs” de LinkedIn, também só fiquei sabendo da existência deste indivíduo através deste “contato” e depois ele também me viu e bloqueou no Twitter e no LinkedIn, inutilmente nos dois casos. Eu não anotei o LinkedIn dele e, como é um nome muito comum, não vou arriscar levianamente citar nenhuma pessoa. Porém ele era de Santa Catarina, de uma empresa local, conforme ele mesmo anunciava publicamente no Twitter.


8) Flávio Morgenstern. Este creio que foi banido ou se auto baniu do Twitter depois do caso com o Caetano Veloso. Fiquei conhecendo justamente o sujeito pelo seu blog Senso Incomum, que é tudo ao mesmo tempo num mesmo endereço em Campinas – SP. Ele fez um comentário Fake News calunioso sobre mim (já excluído no Senso Incomum do Twitter) na época do episódio do doxing infradotado de um dos administradores do perfil Dex. Inclusive um dos escritores do blog dele é um advogado, famoso no mundo bolsonarista, que não tem um perfil oficial no Twitter, mas segundo amigos “bolsonaristas” (que fizeram parte do gabinete do ódio em Brasília) me disseram via WhatsApp, me detesta. Também em relação ao Morgenstern e o tal advogado (que parece ser muito bem relacionado com poder judiciário paulista), eu nunca ouvi falar deles antes no mundo empresarial.


9) José Pinheiro Tolentino Filho. Este é o “dono” do Blog Jornal da Cidade Online, Passo Fundo –RS. Publicamente (sem sigilo de justiça) é o único, dos que fizeram, ao meu respeito fake news caluniosas e difamatórias, que eu estou processando. Também um completo desconhecido no mundo empresarial e dos negócios para mim e meu network antes do episódio da fake news.


10) Allan Dos Santos. Este eu nunca tive contato nem problemas diretamente com ele. Ele “fugiu” para os EUA como é comum neste mundo do bolsonarismo. A primeira vez que ouvi falar dele foi através de uma (ex) amiga bolsonarista de Brasília. Ela me enviou via WhatsApp vários “documentos” que segundo ela, relacionavam ele ao caso do “Pavão Misterioso”. Eu repassei os documentos as autoridades e a imprensa séria e deixei o caso com eles, pois não havia como eu ganhar alguma indenização por danos morais com este caso mesmo que fosse real, pois não dizia respeito a mim. Não sei se os documentos eram reais e se o caso corre em sigilo de justiça, apenas fiz minha obrigação ética e moral, mas desconheço qualquer relação real deste sujeito com o caso do “Pavão Misterioso”. Mas ele é o “dono” do blog Terça Livre e está, segundo a imprensa séria, ele está muito enrolado com a justiça brasileira.


Eu poderia continuar com pelo menos mais 30 perfis reais dos principais do bolsonarismo no Twitter, mas seria sempre repetitivo e chato, pois eles se parecem com “ Caixas de Sucrilhos”, todas absolutamente iguais e não eram famosos A.B. (Antes do Bolsonaro) e não serão famosos D.B. (Depois do Bolsonaro).


Todos seguem as mesmas “receitas de bolo” no Twitter, praticamente em conjunto com os MAV (Milicianos Anônimos Digitais).


Basicamente quase todos eles me bloquearam no Twitter e alguns até no LinkedIn, o que é inútil. Mas eu mesmo não aguentaria seguir nenhum deles sem uma Inteligência Artificial cruzando os padrões de tweets da tropa, pois o que eles escrevem, para mim, além de insignificantes são muito barulhentos.


Não sei se esta turma está ganhando dinheiro com o bolsonarismo, mas se estiverem é bom que seja muito, pois, além do risco de perder tudo, serão todos “breves”, como o bolsonarismo e o olavismo, apenas erros de percurso da história.


E assim caminha a mediocridade no Twitter!

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