O BRASILEIRO SÓ É SOLIDÁRIO NOS JEITINHOS E NAS RINHAS

Quem não me conhece, é importante salientar que não sou jornalista, escritor ou qualquer tipo de influenciador virtual, sou um Administrador de Empresas, Stricto Sensu, com a carreira muitíssima bem-sucedida, que teve e tem acesso a informações reservadas sobre tecnologia-política-negócios. Meu site é de opinião (a minha) respaldada em meu currículo, realizações e reconhecimentos nestas três áreas. Respeito a sua opinião, mas já aviso de antemão que ela não me interessa, já tenho meus canais de informação. Se você quer dar sua opinião faça como eu, monte seu site e a dê através dele, para quem quiser conhecer. Meu ponto de vista é singular, eu opto por uma abordagem tridimensional, ignorando o dualismo bidimensional, principalmente o maniqueísta. Minha abordagem não segue nenhuma fé.


Eu avalio as redes sociais, sobre minha perspectiva pessoal e background, desde 2018. Já tendo o conhecimento e práticas de tecnologia muito mais que suficientes para tal análise, igualmente como tenho a teoria e práticas de negócios. Todas comprovadas. Eu me dediquei, nestes últimos três anos, em estudar o funcionamento da política nas redes sociais, o que chamo por democracia ciborgue, bem como inúmeras técnicas, utilizadas politicamente, neste modus operandi, as pós-verdades. Por inúmeras vezes já tive “problemas” com opiniões de “influenciadores virtuais” (canastrões), sem nenhum currículo corroborando suas qualificações para um debate comigo. Também tive problemas com diversos grupos sectários, das bolhas de filtro dualistas moduladas, das redes sociais, todos sempre com o pressuposto que eles estão certos e você errado, liderados pelos "alfas" do bando. Como já expliquei anteriormente, as opiniões deles todos não me interessam nem tão pouco valem um único centavo para mim. Não sou líder de bandos em redes sociais e nem influenciador virtual (canastrão). Minhas opiniões são para serem usadas como referências e fontes a quem possa interessar, apenas isso (desde que passem a me citar, cansei de ser “pirateado” intelectualmente). Não estou aqui para debates. Por isso a fórmula é sempre a mesma, resposta mal-educada e bloqueio, para quem insiste em um debate não solicitado comigo. Mas estou aberto a dúvidas sobre meus pontos aqui no meu site “em privativo” e não nas redes sociais. É só ver a aba “Contatos” do meu site.


Nestes três longos anos estudando a modulação digital nas redes sociais, consegui identificar alguns padrões constantes em praticamente todos os grupos bidimensionais maniqueístas brasileiros.


Como sempre vou recorrer a apresentação dos conceitos publicamente aceitos, dos pontos centrais do meu texto, para depois apresentar as conclusões.


JEITINHO


A expressão jeitinho brasileiro, ou simplesmente jeitinho, refere-se de modo abrangente à maneira que o povo brasileiro teria de improvisar soluções para situações problemáticas, usualmente não adotando procedimentos ou técnicas estipuladas previamente. Dependendo do contexto, a expressão pode ser utilizada, em raríssimas vezes, com conotação positiva (ligada à noção de criatividade) ou, na maioria das vezes, negativa (ligando-se então às noções de malandragem e corrupção).


O jeitinho do ponto de vista cultural trata-se da malandragem, desonestidade, amoralidade, sendo este (jeitinho) bem visto por grande parte dos formadores de opinião, pouco qualificados, por considerarem a forma que a população, cercado de mazelas, tem de sobreviver. Infelizmente isto faz com que a população não consiga se desenvolver em diversos setores sociais, uma vez que o jeitinho é modo de vida de grande parte da população, sem distinção de classe social.


RINHA


Uma luta de animais, também designada animais de combate, rinha (do espanhol rioplatense "riña") ou briga de animais são termos que designam, o combate entre animais, contravenção na maior parte dos países, e que envolve, em geral, apostas. Por extensão, o termo também é usado para designar o local onde estas brigas ocorrem, também denominados de renhideiro, rinhadeiro e rinhedeiro.


OS BRASILEIROS NAS REDES SOCIAIS


O Brasil é um dos países mais ativos e engajados em termos de uso das redes sociais, fato que seria fantástico se as redes sociais virilizassem coisas educativas e positivas, só que não. Os algoritmos agrupam em bolhas de filtragem e modulam as linhas do tempo (câmeras de eco) apenas visando quantidade e a monetização disto. As redes sociais, empresas privadas de capital aberto, tem sócios estatutários (espalhados pelo mundo) que visam lucro direto com as mesmas, ou modulação dos mercados, através delas, lucrando de “outras formas”. Não há um “conselho de regulamentação publicitária” global, para estas mídias das big techs e as mesmas não tem metas ambientais, sociais e nem da redução de desigualdade, pelo contrário, com as redes sociais a desigualdade apenas acelerou e aumentou. As Regras e Políticas das redes sociais, por sua vez, ignoram quase completamente as legislações nacionais dos países onde atuam e até possuem filiais. No Brasil o anonimato não é permitido pela Constituição, porém as redes sociais promovem o anonimato e invariavelmente protegem crimes virtuais e seus criminosos anônimos das leis brasileiras. Se as redes sociais, como a pior delas, o Twitter, quebrarem esse pacto criminoso “informal”, que mantém com meliantes anônimos, elas perderiam a maior parte de seus “usuários”.


Isso tornou as redes sociais, no Brasil como o lugar dos “jeitinhos”, permitindo anonimato e crimes virtuais com segurança, praticamente todos impunes. E a consequência disto são as “rinhas” que ocorrem continuamente entre grupos de diferentes bolhas de filtro, isso nas câmeras de eco, as linhas do tempo. Assim, se você por exemplo utilizar uma expressão como “crianças malvadas merecem uma boa velha surra”, num sentido completamente figurativo, você tem 99.99% chances de levar uma penalização de algumas horas ou dias nas redes sociais. Porém se você propagar pós-verdades (popularmente conhecidas no Brasil por fake news), informações privadas sigilosas roubadas (muitas vezes ardilosamente fraudadas), calúnias, difamações e diversos outros crimes virtuais, cometidos por anônimos, contra pessoas reais e públicas, a rede social só entregará o criminoso após uma longa e onerosa luta na justiça. E se você denunciar, os perfis criminosos e seus crimes virtuais, receberá em 99.99% das vezes a seguinte resposta padrão:


“Olá,


Estamos entrando em contato para informar que, após examinarmos as informações disponíveis, não encontramos uma violação das nossas regras no conteúdo que você denunciou.


Agradecemos por nos informar o que ocorreu e recomendamos que entre em contato novamente no futuro se perceber qualquer possível violação.

Obrigado,


Twitter


Ou seja: mesmo você tendo direito factual a ressarcimento de danos morais, pelas leis brasileiras, por diversos crimes cometidos contra você, através das redes sociais, os anônimos e seus crimes permanecem impunes e ativos nas linhas do tempo. As “Regras e Políticas”, de uma relês empresa, se sobrepõem as leis de um país. E o pior é que na justiça brasileira, as redes sociais “empurram” a questão para as justiças de seus países sede, obrigando brasileiros, vítimas de crimes dentro do Brasil, pelas leis brasileiras, a se submeterem as leis de um outro país, isso para mim é uma clara amostra de imperialismo.


O resultado disso é que todos estes grupos de brasileiros bidimensionais, maniqueístas modulados por inteligência artificial, basicamente encontram nas redes sociais o campo de batalha ideal para suas “rinhas” e seus “jeitinhos” de cancelar e destruir a reputação de seus “inimigos”, os quais raramente conhecem além das fake news (pós-verdades). E se trata de gente medíocre contra gente brilhante, aqueles tipos que nunca fizeram algo relevante pelo Brasil e para os brasileiros, atacando suas "nêmesis".


As linhas do tempo das redes sociais são uma “rinha”, onde “animais” com seus “jeitinhos” criminosos, lutam contra outros “animais” e as vezes até contra seres humanos.


Nas redes sociais, há uma solidariedade absoluta entre os membros da mesma bolha de filtro, em suas “rinhas” nas câmeras de eco (linhas do tempo), onde valem todos os “jeitinhos” para a "vitória".

COPIAR E DIVULGAR CONTEÚDOS DESTE SITE SEM AUTORIZAÇÃO É CRIME DE VIOLAÇÃO DE DIREITOS AUTORAIS PREVISTO NO ART. 184 DO CÓDIGO PENAL!

Abba.png