PRECISAMOS DE OPINIÕES QUALIFICADAS

O meu tempo é caro demais para que eu tente agradar todo idiota que acha saber como eu devo agir.


Jair Lorenzetti Filho


Vamos apreciar outras opiniões além da minha:


“Temo o dia em que a tecnologia se sobreponha a nossa humanidade, o mundo terá uma geração de idiotas”.


Einstein


“Os idiotas vão tomar conta do mundo; não pela capacidade, mas pela quantidade. Eles são muitos”.


Nelson Rodrigues


“Nunca discutas com um idiota. Ele arrasta-te até ao nível dele, e depois vence-te em experiência”.


Mark Twain


“Um idiota é só um idiota. Dez mil idiotas são um partido político”.


Franz Kafka


“O problema do mundo de hoje é que as pessoas inteligentes estão cheias de dúvidas, e as pessoas idiotas estão cheias de certezas...”.


Bertrand Russell


“As mídias sociais deram o direito à fala a legiões de imbecis que, anteriormente, falavam só no bar, depois de uma taça de vinho, sem causar dano à coletividade. Diziam imediatamente a eles para calar a boca, enquanto agora eles têm o mesmo direito à fala que um ganhador do Prêmio Nobel”.


Umberto Eco


O dia D e hora H


Parece que chegamos finalmente no momento no qual diversas previsões se concretizaram: as redes sociais e os idiotas que as habitam.


Eu não gosto de andar em bandos, prefiro estar com poucos amigos ou até nenhum, é uma opção pessoal pela qualidade.


Por esta razão, acabo invariavelmente me deparando com “bandos” virtuais de idiotas nas redes sociais. Todos eles modulados e manipulados, por inteligências artificiais, dentro de bolhas de filtro e nas câmeras de eco, para acreditarem que são os senhorios da verdade.


Como ocorreu em Salem, na Inglaterra, eles se sentem mais seguros e confiantes, dentro do cardume na maioria das vezes e na manada em estouros, para a caça às bruxas.


Eu sou um democrata desde muito jovem, inclusive tenho um currículo público para demonstrar isto, coisa que os anônimos, semianônimos e irrelevantes, das redes sociais, invariavelmente não possuem e nem querem (ou podem) expor.


Sou a favor da liberdade de expressão, lembrando sempre que o seu direito termina onde começa o meu. E aí residem os meus problemas com os idiotas das redes sociais. Eles não têm limites e “estão sempre” corretos e são muito arrogantes, dentro de suas bolhas e nas câmeras de eco, para suas recuas.


Portanto, quando surge algum ilustre “John Doe” ou “Jane Doe” “arrotando” sabedoria de bar ou cabelereira, eu realmente não sou “bonzinho” com ele. Eu invariavelmente faço ainda pior que ele, na resposta, seguida por um “block”, para ressaltar a irrelevância do meliante.


Eu sou do Partido Verde, no momento, mas se eles pensam que “todo verde é bonzinho” estão redondamente equivocados.


De fato, eu não tolero idiotas arrogantes, coisa que eles são modulados e manipulados para serem pelas redes sociais, principalmente para se destacarem dentro de seus bandos (bolhas).


Ao invés de lerem e pelo menos tentarem entender minhas opiniões, normalmente o alfa e a beta do bando, que podem até saberem ler, mas são capazes de entender, definem subjetivamente o meu conteúdo opinativo a imagem de sua mediocridade, tornando este uma pós-verdade (fake news), para seu bando e estouram na manada na minha direção.


Eu sigo o mesmo modus operandi, democraticamente para todos, resposta pior seguida de “block”, para o irrelevante idiota.


Não sou jornalista e evidentemente não tenho técnicas e conhecimento, de redação, para produzir textos com nível jornalístico e não o pretendo. Porém mesmo sem a plástica, meus conteúdos (opiniões baseadas em background e network), com muita frequência, trazem mais informação velada que matérias de jornalistas. Sem desmerecer nenhuma das partes.


Para discutir comigo, com um ponto de vista divergente, é sumariamente necessário que eu conheça o currículo do desafiante, pois como todo lutador de MMA, não vou colocar meu título em jogo por um “borra botas” com ranking baixo, só adversários que valham a pena. Quando um meliante, opta por se manter “anônimo”, é como um mascarado entrando armado em um banco, as intenções dele claramente não são nobiliárias.


Minha opinião é muito qualificada, tenho perfeita consciência disso baseando-me na minha história de vida, currículo, realizações, sucesso e premiações. Portanto é um direito democrático meu, escolher com quem vou discutir divergências. Só há discussão quando duas pessoas têm domínio e sapiência pública sobre o mesmo objeto, mesmo que de pontos de vista diferentes. Discutir com um “mascarado” não é o caso.


Assim, se quiser começar uma discussão, comece me procurando no LinkedIn e, se não possuir um perfil lá, me mande o seu currículo pelo e-mail do site. É como uma entrevista de emprego, você precisa ser selecionado por suas qualidades.


Caso contrário, será apenas mais um kamikaze virtual, abatido com uma resposta e um “block”.


Se não quer se apresentar leia e fique quietinho ou faça comentários civilizados e educados.


Muito prazer, Jair Lorenzetti Filho!

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